Postagens

Se eu morresse agora

Imagem
Se eu morresse agora. Gostaria que meu mundo soubesse. Amei a todos com toda minha intensidade. Morreria com o amor estampado em meu sorriso Se eu morresse agora. Gostaria que os demais soubessem. Respeitei a todos. Aos amigos, amei-os como irmãos. Aos não amigos, respeitei-os, na medida de minha régua. Se eu morresse agora. Carregaria em meu coração. O sorriso e a habilidade artística do Gabriel. A confiança de seu despertar será como um vulcão. Se eu morresse agora. Carregaria em meu coração. O sorriso e a mineiridade do Felipe. Seu permanente desenvolvimento  é fruto de sua abnegação em sempre conseguir. Se eu morresse agora. Carregaria em meu coração. O sorriso e a Matildisse da Gabriela. É impressionante como uma pessoa pode carregar tanta influência de alguém que só conheceu quando espírito. Se eu morresse agora. Carregaria em meu coração. O sorriso, a voluntariedade, a paciência e o amor da Jaquelin...

Matildes

Imagem
Amor Amizade Alegria Bondade Carinho Doçura Euforia Família Fé Garra Harmonia Inteligência Liberdade Mãe Persistência Querida Resiliência Realizar Responsabilidade Sonhar Saudade Vida Matildes

Sem Peixe e Matildes

Imagem
Lembro com carinho das manhãs de Domingo em meu querido Sem Peixe nos segundos domingos de Maio. Lembro com muita saudade das semanas que antecediam aos segundos Domingos de Maio. Mês de Maio, mês de Maria e sagradamente mês das mães. Em Sem Peixe, tradições das cidades mineiras, a vida girava em torno do trabalho e das festas religiosas. Mês de Maio tinha toda a áurea das novenas de Maria, das procissões de Maria, das oferendas, das coroações e tudo mais. A praça de Sem Peixe transbordava de clima religioso com as barraquinhas, leilões, Sport Club Nascimento e as bombinhas. As barraquinhas com suas guloseimas, roscas, frangos assados, leitoas e deliciosamente docinhos de leite e canudinhos. Todas guloseimas doadas pelas famílias que sempre irmanavam no mesmo objetivo, amor, fé e dedicação à crença religiosa. Dos auto falantes da igreja ouvíamos músicas, destacando as de Agnaldo Timóteo e Agnaldo Rayol. Para ouvir uma música tinha que pagar, va...

A difícil reeleição de Dilma

Imagem
Hélio Duque                         O servilismo rafeiro de alguns institutos de pesquisa e setores dos autoproclamados formadores de opinião asseguram que Dilma Rousseff será reeleita. Os marqueteiros estipendiados, pelos milhões de reais, não ficam atrás. O marqueteiro-mor João Santana já definiu os dois candidatos oposicionistas como integrantes de um picadeiro de anões. Traduzindo em linguagem direta: Aécio Neves e Eduardo Campos seriam figuras liliputianas na vida política brasileira. Na área oficial, enquanto o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho adverte que o “bicho vai pegar”, a candidata Rousseff em 4/3/2013, confessava: “Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição.”                         ...

Mar, berço da democrática praia

Imagem
Rodelnegio -  http://www.fundacaosorria.org.br/galeriadearte/?pg=11&filtro= Se existe um lugar onde o espaço é totalmente democrático, este lugar é o mar. Suas areias banhadas pelas belas e frequentes ondas são pisadas por todos os pés, independente de seus formatos, tipos, cor, religião, ideologia, clube de futebol, com chulé ou não, as pegadas deixadas na areia, moldando o seu pisar, são aceitas pela areia e pelo mar, de pessoas pobres, classe de qualquer estirpe, até mesmo ricos e ou muito ricos. É, até mesmo ricos, porque ricos não tem estirpe. Até o momento do pé na areia você tem classe social. Ao pisar na areia democraticamente ela une o que Deus não separou. Ao frequentar uma praia, a mesma praia, você passa a pensar que entende do mar e de suas nuances. Pura pensar. Todos os dias, como as próprias ondas, que nunca tem a mesma forma, ou como as nuvens, companheira das ondas e das marés, a gente depara com a areia do mar em formato dife...

Último poema de Victor Jara

Imagem
Escrito quando preso no Estádio Nacional do Chile. Que espanto causa o rosto do Fascismo. Levam a cabo seus planos, com precisão alteram sem importar-lhes nada. Os sangues para eles são medalhas. Canto, que mal me sales Quando tenho que cantar, espanto. Onde há o silêncio, eu grito. São as metas deste canto. Este poema saiu clandestinamente da prisão, poucos dias depois a ditadura Pinochet calara a voz de Victor Jara. Suas obras, seus pensamentos, suas poesias, seu canto, são eternos. A vida lhe é eterna. Música -  El derecho de vivir en Paz http://www.youtube.com/watch?v=GssGeCif3fk

Suenos - Pablo Milanez

Quiero regresar hacia el lugar donde nací quiero recordar quedarme allí. Quiero imaginar que todo se quedaba así que no hubo un tiempo que pasó para vivir. Quiero retornar a la inocencia de asistir cada día a descubrir una mañana azul un pájaro en trasluz el viento puro que me asalta,  el  corazón de amor. Quiero regresar hacia ese lugar donde el río canta una canción, bañarme en el sol, tenderme al olor de la yerba al sur. Y en mi mundo infantil fundirme con el cielo y dejar volar mi pensamiento libre. Quiero regresar hacia el lugar donde nací... jamás. http://letras.mus.br/pablo-milanes/227167/