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Verde por que te quero Verde

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Após uma longa reflexão, exatamente quatro anos, há quatro anos me debruço entre a necessidade de voltar ao ativismo político e ao de permanecer neste estado de marasmo em que me encontrava. Me decido pela filiação ao PV, Partido Verde. Não esperava decisão diferente da que tomei, mas as necessidades que vão assolando nossas vidas, nos compromissos de pai e mantenedor de uma família. Os inúmeros problemas políticos, burilados pelas decepções do inicio da última década, permitia que o receio me dominasse. Mas, felizmente venci o medo e a esperança rebrotou, o medo deu lugar ao sonho, e o sonho mira para a luta na construção de uma sociedade justa, respeitosa e integrada ao meio ambiente, onde haverá de ter lugar para todos. Nasci eminentemente político. 1962 foi um ano de enorme turbulência política no Brasil e no mundo, estavam os brasileiros ainda aprendendo a entenderem o que estava acontecendo, recente renuncia de Jânio Quadros e posse de João Goulart, com implantação ...

Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra?

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Carta a um Presidente. Escreveu-a em 1885, o cacique Índio norte-americano de nome Seattle, da tribo Duwamish, Estado de Washington, ao então Presidente dos Estados Unidos Franklin Pierce, após o governo ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Considerada como a declaração mais bela e profunda feita até agora sobre o meio ambiente, foi lida por Russel Petterson, Presidente do Conselho Federal de Qualidade do Meio Ambiente, dos EUA, durante a reunião da Associação Americana para o progresso da Ciência, em Nova Iorque (maio de 1975). Na ocasião, observou Peterson: "da nossa moderna perspectiva - 120 anos depois - a carta de Seattle parece ser senão uma profecia expressiva, pelo menos um tanto desconcertante". O Grande chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O grande Chefe assegurou-nos também sua amizade e benevolência.   Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa da nossa amizade. Vamos, po...

O tempo para a Gabriela é menor do que sua energia

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O tempo passa, a vida acompanha e nós como se estivéssemos de campana, contemplamos. Setembro, ainda inverno, daqui a pouco primavera, que junto com ela, além das belas e maravilhosas flores derramadas ao chão nas ruas de Maringá, nos afastaremos do frio e do ar seco inverniano. Maringá, já está florida, suas ruas pintadas pelas belos tapetes amarelos, roxos, lilás, vermelhos, rosas das flores dos Ipês, e uma infinidade e variadas espécies arboríferas. Neste véu de imagens magníficas, podemos contemplar o bom gosto dos responsáveis pela parte de arborização da cidade, que a dividiu em blocos de espécies diferentes, proporcionando equilíbrio e muita beleza ao ambiente. Nós que na maioria de nossos tempos, ao referirmos aos nossos homens públicos e determinados funcionários públicos, o fazemos para o famoso reclame ou para a depreciação e ou reprovação de seus atos, precisamos reverenciar os responsáveis por esta área do município de Maringá. Em meio a tamanha beleza, vai cre...

Desemprego e decadência urbana explicam revolta na Inglaterra e sua semelhança com tumultos na França

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Luiz Felipe de Alencastro   Colunista do UOL Notícias Com várias noites de violência, cinco mortos, comoção nacional e prejuízos que ultrapassam 200 milhões de libras, os tumultos urbanos na Inglaterra começam a ser comparados às insurreições que sacodem a França de maneira recorrente. De fato, tomando somente os últimos dez anos como referência, houve insurreições graves nos subúrbios e nas cidades francesas em 2003, 2005, 2007 e 2010. Sem contar incidentes isolados. Assim, calcula-se que 350 carros são incendiados por vândalos todas as noites na França. Alguns especialistas apontaram as semelhanças e as diferenças entre as sublevações nos dois países. Do lado das semelhanças há o detonador que, tanto na França em 2005 e 2007, como agora na Inglaterra, originou-se num enfrentamento em que a polícia, voluntária ou involuntariamente, causou a morte de um jovem vivendo numa zona urbana desleixada pelos poderes públicos. Em seguida, há também a reação dos governantes ...

Felipe é Federal

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Meu filho Felipe Foroni , está calouro da Federal do Paraná. Que Deus cuide dos seus passos nas belas areias do litoral paranaense e ele saiba curtir, aprender e valorizar a maravilhosa oportunidade que Deus está lhe proporcionando. Boa sorte, que a Felicidade seja sua vizinha e a saudade possa ser suportada pelos objetivos que está traçando em sua vida. Não deixe que nada, absolutamente nada impeça que realize este maravilhoso momento em sua vida. Faça dele história para a sua próle e para todos os seus que tanto te amam. Beijos eternos no coração. Só para registro da história, o Felipe Cotta já havia passado na UEL e UEM para veterinária, nas duas como excedente mas chamado a posteriori. Foi induzido a não cursar. Agora veio uma recompensa pelo seu entendimento e aceitação em ouvir alguns conselhos. Valeu raposinha.

Maringá 23 vereadores e os poderosos

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Vendo este adesivo, dá até medo. Faz lembrar o tempo da inquisição. Se a Constituição Federal permite e autoriza determinado numero de vereadores, deputados estaduais e federais, por cada município e Estado brasileiro, por que toda esta campanha contra? O que a Igreja pelo seu histórico de imposição de suas vontades e de suas ideologias à humanidade tem que entrar nesta discussão, com posição não democrática, mas sim, de imposição do pensamento de algumas de suas lideranças? Os estragos do passado, não serve de referência para a atualidade? Os perdões pedidos pelo Papa, pelos erros cometidos, pelas catastróficas posições de apoio a ditadores, facínoras, nazistas, não serviu de exemplo? Será que a Igreja debateu com seus fiéis o que acham desta sua posição, ou melhor, o que os seus fiéis acham de assunto tão relevante? O que leva o presidente da ACIM a fazer tamanho movimento contra o aumento de vereadores na Câmara Municipal? Que tipo de debate propuseram entre os seus fil...

Memórias para um tal Hélio Cotta

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Participar de um grupo é como voltar ao tempo. Tempo que não volta, a exceção pela memória. Voltar ao tempo e participar de um grupo, ou ir a um grupo, ao banco de um grupo, mesmo que este seja, de São Sebastião, melhor, grupo escolar São Sebastião. Que grupo é este, que memória é esta, que nos remete há um tempo passado, vivido, amado e pela memória, perpetuado. O que seria da memória, se o tempo passado, vivido, não fosse na praça São Sebastião, com os pés no chão, short de elástico, brincadeiras inocentes, feitos galos de rinha, faca de madeira na bainha? Que memória sujeitaria a tanto tempo, se não tivesse nos corações, as Anas, Josés, as mães, mesmo que Cotas, a origem mesmo que do Nascimento, e o guaraná ainda que quente, no Bar, o Barcelos. Que grupo é este, que pode relembrar, unir, juntar, discutir, polemizar, mas pode acima de tudo, curitr e viver cada palavra, ali inseridas, com o coração disparado, feito o coco doce no pasto, ou o branquinho, a derrubar moleques avessos, ...