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Monopolizadores de mentira

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“Mentira nas promessas. Mentira nos programas. Mentira nos projetos. Mentira nos progressos. Mentira nas soluções. Mentira no rosto, na voz, na postura, nos gestos, nas palavras, na escrita. O monopólio da mentira. Mentira nos desmentidos. Uma impregnação tal das consciências pela mentira que se acaba por não discernir a mentira da verdade.” O notável Rui Barbosa, no início do século passado, já antevia a realidade política brasileira nesse início do século 21. Ela vai além dos governos de plantão, o tiro de largada começa nas campanhas eleitorais, onde os marqueteiros transformaram a maioria dos candidatos em “robots” políticos. Com mentiras, mais efeitos especiais e truques em linguagem primária, o candidato é vendido como sabonete ou refrigerador. O debate público fica banalizado e medíocre, com os candidatos, situação e oposição, temendo debater a realidade com medo da opinião pública. Os marqueteiros vendem o paraíso, iludindo a boa fé da sociedade, se ancora...

O marqueteiro e a bala de ouro

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Bendengó é um aerólito caído no sertão da Bahia, no final do século XIX e pode ser visto no Museu Nacional do Rio de Janeiro. Muito grande e de enorme beleza, em tupi-guarani significa “caído do céu”. É também o nome de LP (disco fonográfico), lançado em 1973, em Salvador, por dois jovens talentosos do município de Tucano, onde caiu a rocha gigantesca. Universitários dotados de formação cultural sólida na cantoria das belezas sertânicas, na música e na poesia: Gereba e Patinhas. As doze faixas do LP Bendengó foram compostas pela dupla com enorme criatividade ( http://cliquemusic.uol.com.br/discos/ver/bendego/bendego--gereba ) .                         Gereba preferiu o caminho musical. Mora em Salvador e continua compondo coisas maravilhosas, a exemplo do CD que me presenteou na residência do saudoso amigo Guilherme Simões. Poeta, no disco Bendengó, Pat...

A bela Aparecida

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O especial da família mineira tradicional, principalmente as que de origem das pequenas cidades, como é o nosso caso, é a identificação com a religiosidade. Lá em casa temos, São Geraldo, Maria do Rosário de Fátima, essa é santa mesmo, São José, São Carlos, e temos a Aparecida, nossa padroeira e para não se perder no caminho colocaram ainda Lourdes, para ficar quase santificada. Ocorre que os nomes são dos sonhos dos pais, os filhos já domesticados pelos nomes carregam a marca até o retorno ao lar celestial, mas em alguns casos, pouco por sinal, trocam seus nomes, ou acrescentam, por motivos vários. A santa do dia é a Aparecida de Lourdes, que responde pela alcunha de Cida. Aparecida, só a mãe, tia Julita, Vózinha,  a chamava e o pai, a tia Raimunda, tia Naná  ainda a chama. Tem um que a chama de Paré. Minha irmã tem nome de duas santas e o seu  Valdi, amor da vida dela, pai de seus rebentos  a chama de Paré. Pare né. A Cida, é r...

Alexandre, o grande, Dedeco

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No fim da linha reprodutiva de seu Augusto e dona Matildes, presentearam-nos, com o Alexandre, o grande, Rei ou não, passou por metamorfoses heroicas, de Super-homem tentando pular de uma janela do sobrado lá de casa em uma altura de uns 4 metros, a homem aranha, homem invisível, Cascão, Cebolinha e vendedor de picolé pelas ruas do belo Bom Jardim. A cena do Super homem na janela, é corriqueira aos pais de meninos, e neste caso, o peguei no ant-pulo. Cresceu em meio a uma renca de sobrinhos e sobrinhas, que não sabia diferenciar se eram primos ou irmãos, apenas que eram pau para toda obra. Carregado como prêmio pelo Sr Augusto, era o escolhido do Toninho, que lhe agraciava com as guloseimas sonhadas pelas crianças, só perdendo o posto com a chegada do Guilherme. A dona Matildes fazia dele seu coqueluche, falava de seu Alexandre com voz doce e macia, na realidade Dedeco, que era para ser Dedé, em homenagem ao vôzinho, mas foi atra...

Amor Dinha

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Ao programar minha nova encarnação, como conceito espírita, fiz minhas opções, naturalmente que sob orientação de espíritos superiores, com a benção divina. Do dia que nasceria, a carcaça que usaria, e o leito familiar em que nasceria, seria mimado, acolhido e cuidado. Meus defeitos que hoje são enormes, certamente eram maiores quando ainda estava no mundo espiritual. Ao optar em nascer em um sitio do meu avô em uma pequena e maravilhosa cidade de Minas Gerais, Sem Peixe, entre belas e enormes montanhas. Fui educado ao som de palavras doces, mas severas, de aconchegos mimosos, mas dentro das discrições mineira. Cresci em meio a uma família de oito irmãos (vou corrigir, antes que o seja por outros, quis apenas usar o oito como temporal, fomos nove), tios que eram como pais e tias como mães, vó e vô como pais, mas maravilhosamente carinhosos e acolhedores no afeto humano. Coroinha na capela de Sem Peixe, tenho algumas lembranças em meu dia de coroame...

Gabriela, 9 anos bela bela

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A primavera chegou, tão esperada e amada, a estação das flores chegou, em Matinhos, com muita chuva, o que nos últimos meses é quase diário. Em terras distantes e cheia de corações e amores de nossas vidas, Ipatinga, Colorado, Maringá, e em várias outras partes do Brasil, pelas informações, parece que está dando para cozinhar ovo no asfalto. Desde 23 de Setembro de 2006, não tem como a Primavera chegar, sem uma tremenda festa acontecer em nossa casa, nem que seja no coração acelerado da nossa bela bela, a Gabriela. E como sua intensidade é algo de outras vidas, ela curte a festa dela do próximo aniversário um dia após a comemoração do último. Neste caso, há exatos um ano, ouvimos a Gabi falar do aniversário dela, só que, comemorado o seu nono aniversário teremos que aguentar e ouvir até chegar o décimo. Melhor assim. Em seus embalos, de músicas cantadas da Gabi estrela, Violeta e Tim Maia, sem nunca deixar de ouvir uns certos Alquimistas e Renan. Seria Fácil...

O Impeachment levará o Lula para a cadeia

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Vi o comentário do Lalau no WatsApp sobre o Impeachment. Se o ponto de vista dele é econômico, a situação é próxima do comentário dele. Mas se a situação for política, o comentário dele não procede. Vejamos. Situação Econômica. Quem quebrou o Brasil foi o governo Lula, ele colocou a Dilma por que como ela não tinha ambições políticas, e precisava acertar as cagadas que fizeram. Uma vez eleita, ele, Lula, daria as cartas e continuaria Presidente. Ocorre que a política é um ópio. E ela tomou gosto e fez um governo de mais benesses e acabou de afundar o País. Lula passou a ser, pelas influências em todas as esferas do governo do Dilma um picareta de negócios oficiais, passou a fazer farra com o dinheiro do povo brasileiro, beneficiando grandes empreiteiras, seus novos amigos, e sobretudo, abrindo janelas de investimento em países com perfis ditatoriais. Passados os 4 anos de governo Dilma, Lula só não se candidatou por que o staf dele não deixou. Atolado em armadilha...