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Quitandas de Minas

Passeando pela internet à procura de receita de gemada mineira, minha mãe fazia uma deliciosa e a Jakky pediu que fizesse para ela, encontrei este blog, http://quitandasdeminas.blogspot.com/ , coisa chique de mineiro. Quem gosta de uma boa receita mineira e das histórias de suas origens, sobrevoem o blog. Parabéns à Rosaly. Aliás tenho ótimas recordações de Congonhas, apesar de fazer uns tantos anos que não vou àquela maravilha, parte do patrimônio histórico mineiro e mundial.

Noiva linda, para combinar com o noivo lindo que a esperava

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Festa de casamento é comum em todos os lugares, melhor, em todos os casamentos. Meu pai, que iria entrar como avô do noivo, ao lado do avô da noiva, carregando a bíblia, não gostou do traje que o Gustavo arrumou para ele, melhor, a Claudinha. Veio me pedir para abotoar a cinta do fraque, lindo por sinal, o pediu resmungando. Falei para ele: - Pai, este traje é usado pelos maestros das orquestras. Ele, vaidoso, falou. - Ah! Então estou muito chique. Problema resolvido. Noivas, sempre lindas. Noivos sempre aprumados. Padrinhos, madrinhas, daminhas de honra, convidados, uns nos trinques, outros fora do lugar, desarrumados, amarrotados. Igreja lotada, mais de 400 convidados, padrinhos e noivo à porta esperando a noiva, daminhas impacientes. Gabriela, Ana Clara e Maria Luiza, o que não estavam aprontando, esperando mais de uma hora. Receoso que eu estava se as daminhas iriam realmente entrar conforme sonhado pela noiva, principalmente a Gabriela, resolvi deixar as prec...

Num passe de mágica, eliminamos a tal da saudade

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Rever, verbo que nos serve ao ato de matar a saudade. A qualquer momento que provocamos um reencontro, estamos praticando o verbo rever. Num passe de mágica, eliminamos a tal da saudade. Estou neste momento sem saudades do meu povo de Ipatinga. Ato natural para quem aqui está, vendo, abraçando, beijando, reunindo, festando com todos os meus que moram em Ipatinga. Ato contínuo quando aqui estou, há mais de 20 anos desde meu primeiro retorno a esta terra sagrada, quando ainda gozava dos abraços e sorrisos da minha bela e linda mãe, quando aqui chego, reunimos todos, todos os dias. Essa estada, tem uma razão, viemos para o casamento do Gustavo com a Claudinha, belo casal que estão neste rola rola, há mais de cinco anos, aí chega um momento que ninguém mais agüenta ver os personagens se enrolando, começam as cobranças, quando será o casório, o tmp pasa, quando decidiram, o fizeram há um ano, deu tempo para prometer presença e aqui estamos. Ontem degustamos um carneiro na brasa e um cabrito...

Avisa lá que vamos, vamos para Ipatinga

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Avisa lá que eu vou. Vou, vou não, vamos. Avisa lá que vamos, vamos para Ipatinga. Casamento do Gustavo e Claudinha. Quero matar a saudade, não só minha. Deles também. Se não a tiverem, outros a têm, Vou eu, a Jaqueline, o Felipe e a Gabriela também. O Gabriel, por lá já está. Quero ver a vózinha, o pai e as manas. Os manos e as sobrinhadas, a tiurma dos tios, das tias e dos vizinhos. Vamos tirar a barriga da miséria. Prosa em dia, agüentar sarro do Cruzeiro, Libertadores. Estes gayloucos vão aproveitar. Mas, o que fazer, pois do mel não podem saborear.

Belo Horizonte: Ronaldo era 'quieto' na escola

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Fenômeno da bola, Ronaldo 'sumiu' da escola na 7ª série, mas deixou raridade Craque frequentou poucas aulas no Madre Carmelita, em BH, e tinha notas apenas razoáveis pelo sucesso repentino que fez no Cruzeiro em 1993 Carlos Augusto Ferrari Belo Horizonte Ronaldo não ganhou o apelido de Fenômeno por acaso. Em menos de um ano, deixou as categorias de base do Cruzeiro para fazer parte do elenco da seleção brasileira campeão mundial em 1994. Entretanto, a curta passagem do craque por Belo Horizonte não impediu que ele deixasse saudade e uma relíquia em um dos lugares que pouco freqüentou: o colégio Madre Carmelita. Quem passa pela avenida Antônio Francisco Lopes, no bairro Bandeirantes, não imagina que naquele prédio de acomodações simples, mas organizadas esteve um dos maiores ídolos da história do futebol mundial. Ronaldo, na época apenas o “Ronaldinho do Cruzeiro” não aparecia muito por lá, porém, já chamava a atenção pela fama de goleador que carregava. Emancipado pelos pais ...

Chamado de Dentinho, Ronaldo tinha medo de 'fantasma' famoso no Cruzeiro

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Fenômeno recebeu na Raposa o mesmo apelido de seu atual companheiro de ataque e sofria com brincadeiras sobre aparições de Roberto Batata Carlos Augusto Ferrari Belo Horizonte Em 16 anos de carreira, Ronaldo superou os mais difíceis obstáculos para se transformar em um dos maiores nomes do futebol em todos os tempos. Dos mais temidos zagueiros e goleiros às mais graves lesões nos joelhos: nada conseguiu deter o atacante. Mas há uma coisa que fez o goleador perder seus poderes e fraquejar. Algo que, curiosamente, também é chamado de fenômeno, mas do outro mundo: o fantasma de Roberto Batata. Se hoje no Corinthians Ronaldo é o "cabeça" das brincadeiras com os mais jovens, um dia os papéis eram trocados. A chegada em 1993 ao Cruzeiro daquele garoto magrelo, dentuço e de olhar desconfiado foi um prato cheio para que os veteranos abusassem das piadas e do temor dele por ambientes sem luz e com histórias de arrepiar os cabelos. Roberto Batata foi um bom atacante da Raposa que mor...

A história do bacalhau

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Originário das águas frias e límpidas dos mares que circulam o Pólo Norte, o bacalhau é um alimento milenar: registros mostram a existência de fábricas para seu processamento na Islândia e na Noruega desde o século IX. O mercador holandês Yapes Ypess foi o primeiro a fundar uma indústria de transformação na Noruega, por isso, é considerado o pai da comercialização do peixe industrializado. A partir de então, a demanda pelo peixe passou a crescer na Europa, América e África, o que proporcionou o aumento do número de barcos pesqueiros e de pequenas e médias indústrias pela costa norueguesa, transformando a Noruega no principal pólo mundial de pesca e exportação do bacalhau. Secar ao ar livre Mas os grandes pioneiros no consumo do bacalhau são os Vikings que, ao descobrirem o peixe, passaram a secá-lo ao ar livre (na época o sal não existia) até endurecer – perdendo cerca da quinta parte de seu peso – para poder consumi-lo aos pedaços em suas longas viagens marítimas. Antes da industriali...