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Níver do FUFUTA

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Hoje, niver do Fufuta. Meu irmão um ano mais velho. Único negro da família. Não sou racista, não tenho nenhum preconceito. É uma maneira carinhosa de brincarmos há mais de 40 anos. Único Atleticano da família. Não sou Atlericano, não tenho preconceito. Sempre respeitei os direitos da minoria. Gente fina, apesar de posicionar como pescador. Com certeza aquela traíra ali não foi ele quem pescou. Mas, como possui alguns predicados, gosta de gozar com o gozo dos outros. Mentirinha..sacanagem de irmão. Único craque da família. Joga muita bola, foi profissional em São Paulo. Bom gourmet, adora inventar moda na cozinha. Meus meninos, Gabriel e Felipe, lembram com carinho das noites que passavam com o tio Zé. Além das porcarias que eles aprendiam, ele fazia uns petiscos na cozinha. A melhor lembrança deles é um bife com arroz e batatinha frita. Imaginem?..Será que é gostoso? Morou em Maringá por um ano. Deixou muitos amigos, até hoje perguntam por ele, falam dele com saudades. Muito carinhos...

Galo que cisca, galinha que canta no raiar do dia

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Em Minas tem um ditado, “galo que cisca, galinha que canta no raiar do dia, é coisa de distúrbio juvenil, liga não viu.” Estamos assistindo a todo momento as especulações a respeito das formações das chapas para as disputas eleitorais estaduais e federais. Nós que cantamos nos terreiros paranaenses, nunca ciscamos, apesar de que, quando orientávamos aos que gostavam de ciscar, que o fizesse para dentro, pois assim juntaria, agregaria, ao contrário do que muitos imaginam o ato de ciscar. Estes com algum tipo de disturbios preferem ciscar como galinha. Nos terreiros do lado de cá, ficamos à mercê dos humores daqueles que fazem da dita, a única forma de agir, mesmo que não seja dura a tarefa que hora exerce. Pautado por interesses próprios, individuais, a maioria dos políticos age de forma kamikaze. Acreditam na gratuidade do acesso ao poder. Tiveram gratuitamente o acesso que os levaram ao pupilo. Portanto, não tem problema ficar sem tê-lo, arrisca-se na nova espraiada...

Um momento feliz de Minas Gerais

Nossa existência é explicada por atitudes presentes e lembranças, recoradações das caminhadas do passado. Tive em muitos momentos coisas maravilhosas. Bons colegas de trabalho, bons patrões, belas amizades. Com meus 17 anos trabalhava na BRASILAR em Ipatinga, do Alcebiades. Tive como colegas de trabalho, o Élio Bicalho, a Marlizinha, o Ernani entre vários outros e o Neiva, que é a figura aí da foto. Foi um momento maravilhoso em minha vida. Pude colecionar inumeras histórias, que haverei de contá-las. Mas o Neiva que está comigo nesta foto, foi jogador de futebol profissional, jogava na lateral esquerda. Tinha um estilo diferente de matar a bola, coisa de cinema. Jogador do Social de Coronel Fabriciano, era gente boa. A única pessoa que ele gostava de relacionar, contar suas histórias, ensinar a arte de vender, era o Carlinhos. Eu era como um filho, idade pequena, por onde passava, ia aprendendo. Sempre competindo para ser o primeiro em vendas, eles não tinham ciumes de mim...

Campanha antecipada

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A Justiça Eleitoral terá muito trabalho para coibir as tradicionais campanhas políticas antecipadas. Segundo blogg do reporter Agnaldo Vieira, o Secretario de Transportes de Maringá está praticando-a. Confira em seu blog no endereço:   http://reporteragnaldovieira.blogspot.com/

Norival e sua folia, quase de Rei

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Fazer festa e acolher amigos é coisa para poucos. A maioria não suporta uma reunião de confraternização. Barulho, festa, gastança, tudo isto incomoda. Visitar amigos, freqüentar ambientes sociais, incomoda. Uma forma, de também não ser visitado, ser incomodado. Ao contrário, temos aqueles ou aquelas que adoram a farra, a integração a socialização. Em sua maioria, gostam de música, tomar uns birinaites, conversar, melhor, jogar conversa fora a vontade. O Norival Dias é um deles. O Norival adora uma música, um chope, uma farra. Jogar conversa fora então, é o cara. Lógico que nem todas se jogam fora, algumas a gente armazena nos bytes cerebrais. Falar do Palmeiras, de Colorado e de política é seu hooby. Em Colorado onde cresceu, casou, criou os filhos, Norival construiu um enorme viés de amizades. Professor respeitado da rede Estadual, funcionário do Banco do Brasil e principalmente filho do seu Zé Dias, fez de Norival uma pessoa admirada e respeitada. O tempo de Colorado...

Mula boa não aprende a marchar, já nasce marchando

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Na caminhada da vida, vamos experimentando experiências e conhecimentos. Mineiramente, a escola é rica em exemplos e tradições. A cada momento que junta a turma, alguma coisa aprendemos, alguma coisa acrescentamos ao nosso rool e enriquecemo-nos. Como de hábito, ao passearmos pelas montanhas de Minas Gerais, temos que saborear os temperos das deliciosas cozinhas das tias, e das adegas dos tios. Para variar, o primeiro góle é sempre a famosa mulher de vermelho, esta marvada fica atiçando os fregueses, quanto mais eles bebem, mais ela vai levantando a sua saia, a Guimarinho. Hoje pude saborear um misto de aprendizado e de tremenda ciumeira. Ao chegarmos na casa da tia Lia e do tio Luiz, o Lalau foi logo sentando à mesa que de costume, ele senta todos os sábados. À caça de um bom tira gosto e uma boa cachacinha ele atualiza as fofocas com o tio Luiz. Hoje, quando o Lalau sentou, de súbito, fui também procurar um lugar para me acomodar. Como aprend...

Há quase onze anos, perdia minha mãe.

Há quase onze anos, perdia minha mãe. A perdia para quem tem poderes para levar até ele quem ele acha que o momento chegou. Vim para Minas às pressas, preparado para qualquer situação, com a sensação de encontrar as coisas concretizadas. Graças ao que tudo pode, não foi assim. Tivemos a oportunidade de passar alguns momentos de pura emoção com meu pai. Mesmo que fragilizado, mesmo que totalmente defensivo, pudemos senti-lo. Hoje as noticias já são de volta à normalidade, felizmente, que aquele que tudo pode, ainda não sinta necessidade de solicitar a sua presença. Enquanto isto, nós que temos planos diferentes, vamos aproveitando o tempo que ainda nos resta ao lado de nosso querido pai. Curioso como nos sentimos impotentes nas situações em que nos deparamos com nossos entes queridos postados em uma cama de hospital. Ontem, quase desmaiei, mesmo percebendo toda uma situação favorável, de acordo com os relatos a nós passados nas últimas horas. Menor é a sensação da perda, maior é...